domingo, 19 de julho de 2009

Pólen - um energético completo

Foto de um pote de pólen, abaixo algumas informações sobre esse produto das abelhas:

O Pólen e o mel de abelha são os únicos alimentos sobre a terra que contêm os 22 nutrientes necessários para que o homem tenha uma nutrição completa e, portanto, saúde.


VITAMINAS

Pró-vitamina A (Beta-Caroteno)

Vitamina B1 (Tiamina)

Vitamina B2

Vitamina B3

Vitamina B5

Vitamina B6

Vitamina B12

Vitamina C

Vitamina D

Vitamina H

Ácido Fólico

Ácido Pantotênico


SAIS MINERAIS

Fósforo

Ferro

Potássio

Manganês

Sódio

Zinco

Boro

Cálcio

Cobre

Magnésio

Enxofre

Titânio

Iodo

Níquel

Além das vitaminas e sais minerais, o Pólen e o mel contêm:

- Ácidos graxos
- Ácido fenólico
- Ceras e resinas
- Pigmentos
- Vernina, nucleina
- 3 a 20 % de umidade
- Esteróides de crescimento
- Aminoácidos
-Aminas, lecitina, ácidos nucléicos, flavonóides

"35 gr por dia de Pólen suprem a
exigência protéica de uma pessoa"


Encontram-se 28 minerais no corpo humano, dos quais 14 são vitais. O Pólen contém os 28 minerais.

O Pólen dá superioridade aos atletas

Há muito tempo tem se observado que a delegações russas que participam das olimpíadas levam a maioria das medalhas. Os russos têm buscado por muitos anos o balanço nutritivo correto para produzir atletas superiores e estão convencidos de que o pólen de abelha lhes proporciona energia extra e grande vigor. O recorde de êxito dos russos nos Jogos Olímpicos confirma essa teoria. Os atletas russos, e agora também os atletas americanos, chegaram a conclusão de que o uso de produtos naturais como o pólen de abelha lhes dá superioridade física e maior rendimento. O treinador de esportes americano Don Cochren fez experiência com seus jogadores ao incluir em suas dietas o pólen de abelha, obtendo magníficos resultados tanto na melhoria da saúde dos atletas como em seu rendimento físico.

Partindo de um ponto de vista prático, verificou-se que os efeitos benéficos do Pólen podem ser de:

- Regular o apetite. Intervém no restabelecimento do apetite perdido em caso de anorexia, assim como regula a obesidade e a assimilação exagerada.
- Ajuda a eliminar os estados de fadiga, cansaço e enfraquecimento muscular e cerebral.
- Atuar sobre o envelhecimento do aparelho genital urinário.
- Atuar como antibiótico sobre microorganismos como a tifoidea e as salmonelas.
- Atuar como uma ação reguladora da pressão arterial, melhorando a resistência dos vasos sanguíneos e do aparelho cardiovascular.

Alguns estudos sobre os benefícios do pólen nos esportes:
- Revista Médica de esporte da República da China. Aumento de eficiência esportiva.

- Estudo do Instituto de Investigação Biossocial de Tacoma, Washington, sobre o aumento de vigor dos atletas.
Artigo de Runner´s World 1980 diz como Gary Fanelli de Filadélfia quebrou seu recorde de 4:26 numa milha para 4:10 somente quando ingeriu o Pólen. Este mesmo fenômeno aconteceu a Steve Riddick, corredor dos 100 metros.
- O treinador de corredores de pista Anitti L. relatou que em 1976 fazia todos os seus atletas ingerirem pólen, o que melhorava suas performances.
- O treinador da Universidade de Rutgers, E.U.A., comentou que depois de dar Pólen aos seus atletas, eles ganharam, pela primeira vez em 48 anos o campeonato de "travessia de campo" do Metropolitan Intercollegiate de Nova Iorque.

- O treinador da Universidade de San Juán recomendou à direção da Universidade para que comprasse o melhor Pólen que houvesse, porque havia comprovado os benefícios que ele trazia a todos os seus atletas quando o ingeriam regularmente.

Ref. Bibl.: "O maravilhoso mundo do Pólen de Abelha", de Joe M. Parkhill,
e os nºs referidos no final do livro (25,30,41,51).


Francisco Carlos Alencar
Meliponário Alencar
São Luis -MA

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O resgate

Mais uma demonstração do quanto as abelhas sem ferrão são dóceis. Depois de feita a transferência da colônia para outra caixa, algumas abelhas muito jovens que ainda não sabem voar, ficam perambulando pela antiga "residência", para essa espécie cada abelha que se salva é muito importante, pois diferentemente das africanizadas que possuem dezenas de milhares de indivíduos, as ASF contam com um número extremamente reduzido.
Então, por isso realizamos o resgate dessas abelhinhas. Observe que a entrada contém um pouco de cera, isso serve para que as campeiras(operárias), ao retornarem do trabalho, reconheçam a nova casa.

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Bom final de semana para todos!!

Francisco Carlos Alencar dos Santos
Meliponário Alencar
São Luis-MA

Fila da Bóia!

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Duranta a transferência de uma colônia de uma caixa cabocla para uma caixa segmentada, é praticamente inevitável não derramar um pouco de mel, mais o problema é logo resolvido como mostra o vídeo, as "meninas" não perdem tempo e devoram tudo rapidamente!! O cuidado que se deve ter é o de não deixar mel espalhado pela área de trabalho, para não atrair as abelhas africanas ou italianas como são popularmente conhecidas.

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Ai elas terminam o lanche, sem deixar vestígios! Divirtam-se com as imagens, grande abraço.

Francisco Carlos Alencar dos Santos
Meliponário Alencar
São Luis-MA

quarta-feira, 8 de julho de 2009

ABELHAS SEM FERRÃO, A IMPORTÂNCIA DA PRESERVAÇÃO.

Fábia de Mello Pereira*
A criação racional das abelhas da tribo meliponini e da tribo trigonini é denominada de meliponicultura. Conhecidas popularmente como abelhas sem ferrão ou abelhas nativas ou indígenas, essas abelhas possuem ferrão atrofiado, não conseguindo utilizá-lo como forma de defesa. Algumas espécies são pouco agressivas, adaptam-se bem a colméias racionais e ao manejo e produzem um mel saboroso e apreciado. Além do mel, essas abelhas podem fornecer, para exploração comercial, pólen, cerume, geoprópolis e os próprios enxames. Outras formas de exploração são: educação ambiental, turismo ecológico e paisagismo.

A polinização é outro produto importante fornecido pelos meliponideos. Uma vez que não possuem o ferrão, as abelhas nativas podem ser usadas com segurança na polinização de espécies vegetais cultivadas no ambiente fechado da casa de vegetação. Além disso, algumas culturas, como o pimentão, necessitam que, durante a coleta de alimento, a abelha exerça movimentos vibratórios em cima da flor para liberação do pólen. Esse comportamento vibratório é típico de algumas espécies de abelhas nativas, mas não é observado na abelha africanizada (Apis mellifera), que não consegue ser um agente polinizador eficiente dessas culturas.

No Brasil são conhecidas mais de 400 espécies de abelhas sem ferrão que apresentam grande heterogeneidade na cor, tamanho, forma, hábitos de nidificação e população dos ninhos. Algumas se adaptam ao manejo, outras não. Embora vantajosa, a criação racional dessas abelhas é dificultada pela escassez de informações biológicas e zootécnicas, pois muitas sequer foram identificadas ao nível de espécie.

Entretanto, muitos produtores em busca de enxames para povoarem os meliponários, acabam atuando como verdadeiros predadores, derrubando árvores para retirada das colônias, que, muitas vezes, acabam morrendo devido a falta de cuidado durante o translado e ao manejo inadequado.

Outra causa da morte das colônias é a criação de espécies não adaptadas à sua região natural. É relativamente comum que produtores iniciantes ou experientes das regiões Sul e Sudeste do Brasil queiram criar abelhas nativas adaptadas às regiões Norte e Nordeste, e vice-versa. A falta de adaptação dessas abelhas às condições ambientais da região em que são colocadas acabam por matar as colônias, podendo contribuir para a extinção das mesmas.

A quantidade de colônias nos meliponários também é um fator crucial para preservação das espécies. Várias pesquisas indicam que, quando a espécie criada não ocorre naturalmente na região do meliponário, são necessários pelo menos 40 colônias para garantir uma quantidade de alelos sexuais e evitar que os acasalamentos consangüíneos provoquem a morte das mesmas em 15 gerações. Embora somente três espécies de abelhas estejam na lista de animais em risco de extinção do Ibama (Exomalopsis (Phanomalopsis) atlantica; Melipona capixaba e Xylocopa (Diaxylocopa) truxali), e dessas somente a Melipona capixaba é social, sabe-se que nas reservas florestais a quantidade de ninhos de abelhas sem ferrão vem se reduzindo ano a ano.

A extinção dessas espécies causará um problema ecológico de enormes proporções, uma vez que as mesmas são responsáveis, dependendo do bioma, pela polinização de 80 a 90% das plantas nativas no Brasil. Assim, o desaparecimento das abelhas causaria a extinção de boa parte da flora brasileira e de toda a fauna que dependa dessas espécies vegetais para alimentação ou nidificação. Conscientes do problema, o governo brasileiro, por meio do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) publicou no Diário Oficial da União em 17 de agosto de 2004 a RESOLUÇÃO Nº 346 DE 06 DE JULHO DE 2004, que disciplina a utilização de abelhas silvestres nativas, bem como a implementação do meliponário.

Contudo, sabe-se que somente a criação de uma legislação normativa não é suficiente para preservação de espécies da fauna e flora nativa. É necessário, também, um programa informativo visando a capacitação e sensibilização para que os produtores não só sejam conscientizados, mas também sejam capazes de mobilizar e informar aos seus vizinhos sobre o problema. Resta, assim, fazer um apelo não só aos governos nos níveis federais, estaduais e municipais, mas também à sociedade como um todo para que se comece a divulgar os problemas acarretados pela retirada indiscriminada dessas abelhas da mata. A criação dos meliponídeos deve ser realizada com responsabilidade para evitar a extinção das abelhas e, a médio e longo prazo, a extinção da flora e fauna que dependem direta ou indiretamente desse importante agente polinizador.
Fonte: http://www.embrapa.br/imprensa/artigos/2005/artigo.2005-12-29.3499364899/

Francisco Carlos Alencar dos Santos
Meliponário Alencar
São Luis-MA

Situação Inusitada!

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Aqui em casa funciona como um "laboratório" para multiplicação, troca de discos de cria, rainhas e campeiras entre as colônias.
Essa situação inusitada do vídeo acima, registrei em um dia de manejo. Eu havia deixado um par de luvas de borracha para secar, ao retornar para pegar as luvas lá estavam as abelhas coletando pedaços das mesmas e já prendendo nas patas , observei que elas estavam usando esse material para fazer a vedação da colméia, um curioso material de construção!! Grande abraço!

Francisco Carlos Alencar dos Santos
Meliponário Alencar
São Luis-Ma

domingo, 5 de julho de 2009

Pesquisador da Uema diz que Maranhão tem a melhor abelha tiúba do mundo

A cada ano que passa, cresce gradativamente o conceito dos pesquisadores da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), principalmente em trabalhos realizados com segmentos ligados à pesquisa científica de um modo geral. Na verdade, são ações que engrandecem o nome da instituição e contribuem para o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado do Maranhão, nas mais diferentes áreas do conhecimento humano.

O mais recente estudo científico está sendo desenvolvido, com a abelha tiúba, pelo professor José Maurício Dias Bezerra, biólogo e geneticista do Departamento de Química e Biologia do Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais-Cecen da Uema, e tem chamado a atenção da comunidade científica uemiana. Trata-se de um trabalho inédito, pois pelo que se tem conhecimento, não há registros nos anais dessa Universidade de um outro experimento semelhante com essa abelha, no tocante à sua criação e manejo das colméias.

O pesquisador da Uema, Maurício Bezerra, diz que, “com o advento das novas tecnologias, você pode ter hoje um grau de resolução da análise morfológica do organismo muito grande, o que não acontecia antigamente por falta de computadores e equipamentos possantes”. Ele acrescenta ainda que, um dos trabalhos que está sendo realizado pela sua equipe diz respeito ao aspecto da morfometria nas abelhas tiúbas. “Como podemos discriminar, por exemplo, a população dessas abelhas no município de São Bento e como uma outra população delas se comporta em Balsas?”, pergunta o pesquisador da Uema.

“Para que possamos perceber essas diferenças morfológicas, que podem indicar diferenças genéticas e, que, às vezes, estão relacionadas ao ambiente onde elas {as abelhas} estão localizadas, além das diferenças climáticas e ambientais, necessitamos de recursos financeiros para aquisição de novos equipamentos”, avalia Maurício Bezerra.

Uma das novidades do trabalho de pesquisa com a abelha tiúba, de acordo com o professor Maurício, objetiva promover uma melhor adaptação das abelhas às suas colméias. “Aqui no Maranhão as pessoas criam abelhas nos mais diferentes tipos de colméias, e muita das vezes até em toco de árvores”, afirma. Mais adiante o professor Maurício ressalta: “nós queremos fazer uma colméia nacional, de modo que o melipolinicultor, que é a pessoa que trabalha com as abelhas sem ferrão, possa trocar material genético entre outros melipolinicultores, e, com base nisso, termos condições de avaliar quais são as colméias mais produtivas e as menos produtivas, para que possamos fazer um melhoramentoto grande, o que não acontecia antigamente por falta de computadores e equipamentos possantes”. Ele acrescenta ainda que, um dos trabalhos que está sendo realizado pela sua equipe diz respeito ao aspecto da morfometria nas abelhas tiúbas. “Como podemos discriminar, por exemplo, a população dessas abelhas no município de São Bento e como uma outra população delas se comporta em Balsas?”, pergunta o pesquisador da Uema.

“Para que possamos perceber essas diferenças morfológicas, que podem indicar diferenças genéticas e, que, às vezes, estão relacionadas ao ambiente onde elas {as abelhas} estão localizadas, além das diferenças climáticas e ambientais, necessitamos de recursos financeiros para aquisição de novos equipamentos”, avalia Maurício Bezerra.

Uma das novidades do trabalho de pesquisa com a abelha tiúba, de acordo com o professor Maurício, objetiva promover uma melhor adaptação das abelhas às suas colméias. “Aqui no Maranhão as pessoas criam abelhas nos mais diferentes tipos de colméias, e muita das vezes até em toco de árvores”, afirma. Mais adiante o professor Maurício ressalta: “nós queremos fazer uma colméia nacional, de modo que o melipolinicultor, que é a pessoa que trabalha com as abelhas sem ferrão, possa trocar material genético entre outros melipolinicultores, e, com base nisso, termos condições de avaliar quais são as colméias mais produtivas e as menos produtivas, para que possamos fazer um melhoramento genético visando o aumento da produção de mel no Estado”.

Recentemente ao participar de um congresso nacional sobre Apicultura, tendo sido um dos palestrantes, o professor Maurício Bezerra relatou que os participantes desse congresso ficaram surpresos com a potencialidade da criação da abelha tiúba no Maranhão. Na ocasião, o pesquisador explicou que, de um modo geral, a maioria das abelhas sem ferrão, produzem de 1 a 2 litros de mel no máximo. Agora, ao se referir ao nosso estado, disse: “Tem caso aqui da tiúba no Maranhão, que chega a produzir de 10 a 18 litros de mel”. “Esta é uma potencialidade muito considerável e que merece um estudo mais aprofundado, e ainda por cima, porque o mel da tiúba é diferenciado em relação ao mel das outras abelhas, pois ele é mais ácido, menos enjuativo e mais saboroso do que os outros, por manter na sua essência o aroma da flor”, assegura o pesquisador da Uema, com a experiência de vários anos de laboratório nessa área.

De acordo com o professor, um dado curioso é que, “as abelhas africanizadas chegam a produzir cerca de 15 kilos de mel por ano, e aqui no Maranhão este número sobe para aproximadamente 100 kilos. E o que preocupa é que não sabemos nada ou quase nada da genética dessas abelhas”, declara. Ao concluir sua fala, o professor Maurício faz um apelo: “O Maranhão tem as melhores abelhas do mundo. Agora, precisamos é montar aqui na Uema um laboratório potente, para que possamos desenvolver melhor todo um trabalho sério e contínuo de pesquisa científica”.

Fonte: http://www.uema.br/noticias/noticia.php?id=2600

Francisco Carlos Alencar
Meliponário Alencar
São Luis-MA

sábado, 4 de julho de 2009

O começo




Algumas pessoas gostam de gatos, outras de cachorros, papagaio... enfim poderia citar um zoológico inteiro.
Mas no meu caso e da minha família aprendemos a gostar e apreciar as abelhas sem ferrão, animais incríveis, que tem papel importantíssimo para o meio ambiente. Tudo começou no município de Maranhãozinho, próximo da divisa do Maranhão com o Pará, quando um vizinho, o Sr. Aristeu que possuia algumas colméias iria se mudar para outro estado e não tinha como levá-las, então ofereceu para minha mãe, que mesmo estranhando o fato de colocar abelhas em casa comprou duas colônias de Tiúba (Melipona compressipes fasciculata Smith
) isso em 1996.
Nessa época com meus 10 anos de idade, imaginem a curiosidade que elas despertavam. Porém no ano seguinte fui morar em Coroatá minha cidade natal e depois de três anos já estava em São Luis, durante esse período não acompanhei o desenvolvimento do meliponário, que já contava com algumas dezenas de enxames, processo que foi retomado quando meus pais vieram morar aqui e consequentemente as abelhas, no momento em um local com florada insuficiente, sendo necessária a alimentação artificial em alguns períodos.
É sempre uma grande surpresa para os nossos amigos e visitantes quando se deparam com as abelhas, ficam maravilhados e normalmente se segue a mesma conversa: Mas como criar abelhas em casa não é perigoso?!?! E essa pergunta a própria denominação (abelhas sem ferrão) já responde, pois o ferrão é atrofiado, logo elas são inofencivas, não incomodam os vizinhos, não ficam doentes, não fazem sujeira nem precisam de remédios e ainda podem gerar lucro com diversos produtos. O manejo pode ser feito por crianças, mulheres e idosos, a atividade é uma verdadeira terapia.
Pois bem esse é um pequeno resumo da história do Meliponário Alencar, desde então o interesse pelo mundo desses seres quase imperceptíveis, que agem silenciosamente polinizando e mantendo o ciclo de vida das florestas só aumenta! Espero contar com os interessados, estudiosos, curiosos para fazer desse um ótimo espaço para os abenautas. Grande abraço.

Francisco Carlos Alencar
Meliponário Alencar
São Luis-MA
 
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