terça-feira, 15 de novembro de 2011

Mel de Tiúba Florada Mirim


Olá Amigos!

Para os que já conhecem e para aqueles interessados em experimentar o delicioso mel de tiúba da florada mirim é só entrar em contato pelo email: solrac.alencar.23@hotmail.com ou pelos fones:(98) 32483974/ 87210403(Oi)/ 81551752(Tim)/ 84428932(Claro)/ 91648149(Vivo).






quinta-feira, 31 de março de 2011

Série Curiosidades

Abelhas ajudam a monitorar qualidade
do ar de aeroportos alemães


A qualidade do ar em volta de aeroportos alemães está sendo monitorada com a ajuda de abelhas, cujo mel é testado regulamente para checar a existência de toxinas.

O uso devesses insetos no monitoramento da situação ambiental em torno de aeroportos é recente, mas os insetos já foram usados com sucesso por algum tempo para acompanhar a qualidade da água em alguns lugares.

O mel produzido nos aeroportos é testado em laboratório duas vezes por ano para verificar a existência de metais pesados e de hidrocarbonetos e é comparável ao produzido no campo.

Volker Liebig, um químico da Orga Lab, empresa que testa as amostras, disse que apesar de ainda serem necessários mais dados por um período maior para que os resultados sejam conclusivos, os resultados preliminares pareceram promissores.

Peter Nengelken, funcionário de relações com a comunidade do aeroporto internacional de Düsseldorf, disse que o primeiro lote de mel deste ano, colhido em junho de 200 mil abelhas do aeroporto, testado por sua equipe continha níveis de toxinas bem abaixo dos limites recomendados, semelhante ao produzido na zona rural.

A poluição presente nos aeroportos é causada por vários fatores, como aviões, carros, ônibus e fábricas, que geralmente ficam na vizinhança. Em todo o mundo, as exigências rigorosas de monitoramento da Organização Mundial de Aviação Civil, um órgão da ONU, levou a uma redução significativa no nível de poluição dos principais aeroportos.

A redução da poluição foi alcançada graças ao desenvolvimento de motores de aviões e de veículos de apoio terrestre mais limpos, e a avanços nos procedimentos de operação dos equipamentos. Mesmo assim, algumas comunidades continuam preocupadas , principalmente com os níveis de chumbo e a presença de partículas ultra finas liberadas por aviões, carros e caminhões.

Na Alemanha, funcionários de aeroportos veem as abelhas como um jeito simples para demonstrar ao público que os aeroportos estão muito mais limpos e seguros do que antes.

Embora os efeitos das partículas ultra finas sobre a saúde sejam desconhecidos, algumas pesquisas sugerem que elas possam representar um risco porque são finas o suficiente para passar por meio das paredes das células e penetrar no cérebro e em outros órgãos.

Emissões de partículas ultra finas não são reguladas nos EUA, mas existem limites para as emissões de veículos na Europa.
As abelhas do aeroporto de Düsseldorf são mantidas por apicultores locais, e o mel é engarrafado e doado.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Prefeitura de Matureia-PB dando exemplo de incentivo

18 de Março de 2009 Renata Dantas

Prefeito Discute Viabilidade do Cultivo de Abelhas Sem Ferrão

Abelha sem ferrão que produz mel sem impurezas. Esse é o perfil de duas espécies de abelhas encontradas no Parque Ambiental Pico do Jabre que reforçam a riqueza e o potencial da fauna local.Para que os criadores desfrutem de todas essas vantagens sem causar danos aomeio ambiente o prefeito do município, Daniel Dantas, pretende contratar em breve um especialista paraministrar cursos no município.

A idéia surgiu durante uma visita ao Meliponário do Viveiro Municipal de João Pessoa e após contatos com o coordenador Jerônimo Vilas Boas que ministra cursos aos apicultores locais. A abelha sem ferrão tem um grande potencial produtivo e muitas vantagens que facilitam a produção do mel limpo. Esse tipo de, abelha é meiga e de fácil manejo. Por isso, dispensa o uso de roupas e equipamentos de proteção tais como macacão, mascaras e fumegadores, reduzindo os custos de sua criação.

No Brasil, segundo especialistas, existem aproximadamentemais de 200 espécies de abelhas sem ferrão. As que produzem mais mel são as espécies do gênero Melipona, conhecidas popularmente como mandaçaia (nome científico, Meliponaquadrifasciata), jandaíra nordestina (Melipona subnitida), uruçu-cinzaou uruçu-cinzenta (Melipona fasciculata), uruçu-amarela (Meliponarufiventris), uruçu-do-Nordeste (Melipona scutellaris), entre outras. No Parque Ambiental do Pico do Jabre em Matureia as mais conhecidas são: uruçu e jandaíra, mas o projeto de criação de abelhas só trabalha com abelhas com ferrão.

Fonte: http://www.matureia.pb.gov.br/index.php?categoryid=5&p2_articleid=28

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Tiúba na matéria do Domingo Espetacular-Record

Olá amigos!

Um trechinho para vocês da matéria do programa Domingo Espetacular da rede Record sobre as belezas e mistérios do lençóis maranhenses, na qual temos como participantes as ilustres tiúbas.

O repórter teve o prazer de degustar o mel direto da colônia e constatar a delícia sem comparação que é o mel da tiúba, curtam:



Abraço!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Abelhas produzem mel no prédio da Prefeitura



A criação de abelhas sem ferrão para a produção de mel já é uma realidade para os agricultores familiares de Vale do Sol. O Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (Capa), através do engenheiro agrônomo Luiz Rogério Boemeke, levou ao município a espécie Tetragonisca angustula, que tem o nome popular de Jataí. Segundo ele, a atividade possibilita a diversificação e pode ser integrada a plantios florestais, de frutas e de culturas alimentares, além de contribuir com o aumento da produção agrícola. “A abelha é encontrada em todo o Brasil. Os enxames têm, em média, até cinco mil indivíduos, que constroem seu ninho em muros de pedra, alicerces e árvores em geral”, explica. O mel dessa espécie é um dos mais apreciados entre todas as abelhas sem ferrão.

As abelhas Jataí podem produzir até 2 quilos de mel por ano. Conforme o agrônomo, elas fazem a coleta de pólen e néctar em flora diversificada, o que é de grande importância para a produção de frutos e sementes. “Em Vale do Sol já temos vários criadores que têm se interessado pelas abelhas nativas.” Essa espécie não oferece perigo e o manejo não exige força física e pode ser executado por toda a família.
Boemeke instalou duas caixas de abelhas Jataí na sacada da Prefeitura de Vale do Sol para demonstração e divulgação. Na semana passada, foram retirados 1,5 quilo de mel das caixas. “Se o clima continuar como está, fazendo calor, as Jataís devem produzir ainda mais mel.”

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

É Gripe?! O Mel é o melhor remédio!

Mel é eficiente contra os efeitos da gripe e resfriado

Além de adoçar, o mel pode ajudar a tratar muitas doenças, como gripe, asma, amigdalite e bronquite. Delicioso, o mel ainda auxilia em problemas de circulação e dos músculos. Mas atenção, crianças de até 1 ano não podem ingerir mel. Diabéticos, gestantes e lactantes devem tomá-lo sob prescrição médica.

Rico em elementos nutritivos, o mel deve constar na dieta de todos, principalmente na de quem sofre de estresse e cansaço. Contém água, glicose, sacarose, potássio, ferro, sódio, enxofre, cloro, cálcio, magnésio, fósforo, zinco, vitaminas do complexo B, vitaminas A, E, C e substâncias que agem como antibióticos naturais.

O mel ajuda a desintoxicar e favorece a digestão, sem sobrecarregar o organismo, podendo ser usado na combinação com frutas, leite, iogurte, pães e biscoitos. É um dos melhores e mais eficientes contra os efeitos da gripe e resfriados. É também um ótimo complemento alimentar.

Tudo isso é inerente a qualquer tipo de florada. Todo mel de abelhas puro contém todos esses nutrientes, independente de ser assa-peixe ou silvestre.

O Mel é reconhecido há séculos por propriedades terapêuticas. Um estudo realizado por pesquisadores americanos sugere que o mel é o melhor remédio para tosse.
Cientistas da Universidade Estadual da Pennsylvania dizem que componentes encontrados no líquido viscoso e açucarado, reconhecido há séculos por suas propriedades terapêuticas, matam micróbios e atuam como antioxidantes.

O estudo, publicado na revista especializada Archives of Paediatric and Adolescent Medicine, analisou 105 crianças entre 2 e 18 anos com tosse forte e freqüente durante a noite.

Os participantes foram divididos em três grupos. As crianças do primeiro grupo tomaram uma colher de mel, as do segundo, uma de xarope industrializado à base de dextrometorfano (DM) – substância encontrada em vários xaropes existentes no mercado -, e, o terceiro, um medicamento placebo.

Questionamento

Todas as doses foram administradas pelos pais 30 minutos antes de as crianças irem para a cama.

Os cientistas observaram que as crianças que haviam tomado o mel apresentaram uma melhora significativa na tosse noturna.

Um alívio dos sintomas também foi verificado no segundo grupo, porém não tão expressivo quanto no primeiro. As crianças que haviam tomado o placebo não apresentaram melhoras.

Ian Paul, professor de pediatria e líder do estudo, disse que a pesquisa vem se somar “à crescente literatura médica que questiona o uso de xarope à base de DM em crianças”.

“Outros estudos serão necessários, mas esperamos que os profissionais da área de saúde passem a considerar mais o mel como uma alternativa segura, legítima e mais barata para o tratamento da tosse infantil”, disse Paul.

Benefícios:

CIPÓ-UVA
Atua como expectorante, desintoxicante e laxante. Ainda possui uma propriedade que ajuda na limpeza do fígado.

COM PRÓPOLIS E AGRIÃO
É descongestionante, anti-inflamatório e diurético. Também ajuda a limpar o sangue e melhora a circulação.

EUCALIPTO
Como é expectorante e tem ação bactericida nas vias aéreas, funciona para o tratamento de casos de tosse e bronquite.

COM PRÓPOLIS
Une a propriedade bactericida do mel com o efeito antibiótico da própolis. Indicado para quem tem problemas nas vias respiratórias.

COM PRÓPOLIS E EUCALIPTO
Combate a gripe e ajuda a cuidar dos brônquios. Ainda conta com propriedades anti-inflamatórias.

DE LARANJEIRA
Considerada uma das versões mais saborosas, é calmante, regula o intestino e ainda previne cãibras e distensões musculares.

COM GUACO E PRÓPOLIS
Graças ao guaco, que facilita a eliminação da secreção com a tosse, é broncodilatador, antiasmático e expectorante.

COM PRÓPOLIS E POEJO
Ideal para combater problemas respiratórios, também auxilia na revitalização do organismo.

SILVESTRE
A versão mais clara deve ser tomada por crianças e idosos. Já a mais escura é ótimo laxante, tônico energético e estimulante da imunidade.

COM PRÓPOLIS E LIMÃO-CRAVO
Indicado principalmente em casos de gripes e resfriados, justamente por ser rico em vitamina C.

COM PRÓPOLIS E LÓTUS
Dilatador dos brônquios e expectorante, é indicado para portadores de asma, bronquite e amigdalite.
Fontes:


Fontes:http://correiodobrasil.com.br/mel-e-eficiente-contra-os-efeitos-da-gripe-e-resfriado/153705/ http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/12/071204_melxarope_fp.shtml

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Série Curiosidades

Abelhas podem ser mais inteligentes que supercomputadores


Os animais conseguem achar rapidamente a menor rota que liga flores em um determinado local.

Por Daniel Pavani

Pesquisadores da Universidade de Londres, descobriram que as abelhas são capazes de resolver complexos problemas matemáticos que computadores podem levar dias calculando.

De acordo com a publicação da universidade , as abelhas conseguem encontrar o caminho mais curto entre flores, mesmo que elas não estejam ordenadas. Elas são capazes de resolver o Problema do Caixeiro Viajante , que propõe a descoberta do menor caminho que o viajante deve fazer para que visite uma série de cidades, sempre retornando à sua cidade inicial. O problema tem alta complexidade e o esforço computacional cresce exponencialmente com o tamanho do problema, ou seja o número de cidades – neste caso, flores.

Segundo o professor Lars Chittka, da Escola de Ciências Biológicas e Químicas, as abelhas precisam fazer isso constantemente, ou seja, sempre calcular a menor distância entre flores para otimizar sua busca por néctar, encontrando seu caminho de volta para a colméia. Isso não é nada trivial, principalmente se você tem o cérebro do tamanho da cabeça de um alfinite, comenta o pesquisador. Chittka destaca que para resolver o mesmo tipo de problema, computadores podem levar dias.

Utilizando flores artificiais controladas por computador, a equipe testou se as abelhas seguiriam rotas quaisquer entre elas, mas, em pouco tempo, os animais descobriram a rota mais curta.

Os cientistas esperam que o entendimento de como um cérebro tão pequeno consegue realizar cálculos tão complexos possa ajudar no desenvolvimento de redes e sistemas de comunicação mais modernos e eficientes, sem que sejam necessários supercomputadores.

Fonte: http://br.tecnologia.yahoo.com/article/26102010/7/tecnologia-abelhas-inteligentes-supercomputadores.html

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011!!!


Feliz ano novo para todos os abenautas!

Um ano cheio de felicidades e conquistas, um abraço para todos!

Voltaremos em breve com novas postagens!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ótimas dicas do Globo Rural


Dócil e de fácil manejo, pode ser criada até no quintal de residências e próxima a animais domésticos
por Texto João Mathias Consultor Pierre J. Alonso*


Ferroada de abelha dói e ninguém gosta de levar. No entanto, quem se interessa em criar o inseto e não quer correr risco de receber uma picada pode optar pelas espécies que possuem o ferrão atrofiado. Entre as mais conhecidas, estão as pertencentes à subfamília Meliponinae, com mais de 200 variedades. Também chamadas de abelhas indígenas ou sem ferrão, elas recebem diferentes nomes populares de acordo com a região onde estão localizadas.

A meliponicultura, como é denominada essa criação, já era conduzida pelos indígenas. Hoje, a atividade é praticada por pequenos e médios produtores de todas as regiões, com destaque para o Nordeste, onde é importante fonte de renda devido à venda de mel.

O produto, cujo preço do litro pode chegar a R$ 100, é mais fluido e cristaliza-se mais lentamente que o da Apis mellifera, a abelha de origem europeia. Com a adoção de técnicas adequadas, é possível coletar de cinco a oito litros ao ano por caixa (usada para substituir os ninhos onde as abelhas se reproduzem e fabricam o mel).

A criação de abelhas sem ferrão tem baixo custo e manejo fácil. Como as espécies são dóceis, não é necessário o uso de roupas e equipamentos de proteção para lidar com elas. Outra vantagem é que a atividade pode ser realizada até em áreas urbanas, como o quintal de uma residência, convivendo com pessoas e animais domésticos, desde que haja vegetação na vizinhança. Essas espécies vivem em colônias compostas por muitas operárias, que são as responsáveis pela construção e manutenção das colmeias, e por uma rainha geradora de ovos, que dão origem a novas abelhas.

Os ninhos, em geral, são instalados em troncos e galhos de árvores, mas também podem ser encontrados em mourões de cerca, alicerces de construção, cupinzeiros e locais subterrâneos, como formigueiros.

Com ou sem ferrão, as abelhas têm uma função importante na natureza. São polinizadoras de plantas, permitindo a floração e a produção de sementes e frutos.



RAIO X

CRIAÇÃO MÍNIMA: 2 caixas para criação caseira e 40 para atividade comercial
CUSTO: caixas prontas custam R$ 50 cada
RETORNO: dependendo da época da florada, a primeira coleta pode ser feita em 6 meses
REPRODUÇÃO: necessário haver diferentes colônias, para não ocorrer cruzamento entre parentes


MÃOS À OBRA

INÍCIO: buscar orientação de técnicos e visitar outros meliponicultores são sugestões para quem tem interesse em iniciar a atividade, além de conhecer as regras do Ibama para o registro dos criatórios. Clima quente e pouco inverno são ideais para a criação – Norte e Nordeste têm ambientes mais adequados à atividade.

ESPÉCIES: entre as mais destacadas, estão uruçu, mulatinha-do-chão, mombuca, mandaçaia-do-chão, arapuá, jataí ,manduri, mandaguari, timirim, iraí, mirim, cupira, tiúba e jandaíra.

CAPTURA: é importante que as abelhas sem ferrão sejam capturadas sem destruir as colônias ou os locais onde os ninhos estão instalados. Uma opção é fazer uma abertura na árvore, para coletar o material, e, em seguida, fechá-la com o uso de resina vegetal. Caixas-iscas são usadas em áreas de desmatamento mediante autorização do Ibama. Também podem ser compradas de criadores licenciados.

NINHOS: essas abelhas podem ser criadas em caixas rústicas de madeira com tamanhos variados. Devem ficar a uma distância mínima de 0,5 metro entre si em prateleiras e de 1,5 metro em cavaletes individuais. Também podem ser usados outros materiais para a instalação das abelhas, como cabaças. Dentro, coloque um pouco de cerume e resina retirados de outras colônias para atrair o enxame.

AMBIENTE: pode-se usar um galpão dotado de prateleiras com fácil acesso, fonte de água limpa nas proximidades e proteção contra ventos. Deve ficar perto de plantações – as abelhas costumam voar de 800 metros a 1,5 quilômetro em busca de alimento –, mas que não recebam pulverizações de agrotóxicos.

CUIDADOS: sem ferrão, essas abelhas se defendem como podem. Ameaçadas, enrolam-se nos cabelos e nos pelos, entram em ouvidos, nariz e olhos e também lançam substâncias resinosas que ardem a pele.

ALIMENTAÇÃO: em períodos sem flores, a sugestão é fornecer mel de Apis mellifera. Dissolva oito partes do produto para duas partes de água limpa em um recipiente ou use um xarope obtido da mistura de uma parte de açúcar, ou rapadura, e outra de água. Leve ao fogo até ferver e, quando esfriar, introduza na colmeia em um alimentador (pode ser feito com um pedaço de mangueira transparente com as pontas fechadas com algodão).

REPRODUÇÃO: sensíveis ao cruzamento entre parentes, as abelhas sem ferrão devem ser criadas num ambiente em que haja muitas colmeias ou próximo de matas com enxames nativos

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI152907-18294,00-ABELHA+SEM+FERRAO.html
Francisco Alencar

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Visitando Rosário e Morros

Graças a uns dias de folga, podemos fazer uma visita rápida até os municípios de Rosário e Morros para verificar como estão as colônias.

Em rosário temos algumas colônias em uma área ótima de mata nativa, onde existem muitas abelhas sem ferrão como as que flagramos nas fotos: uma jataí escondida entre as flores e a entrada da tataíra(vulgo caga fogo), ambas pertencentes ao grupo das triogonas.





A tataíra é bastante agressiva e tem esse apelido "simpático" porque ao se sentir ameaçada, ela segrega um líquido cáustico de suas mandíbulas, que causa queimaduras ao intruso.




Chegando em Morros os visitantes podem admirar uma pequena ilha no meio do rio realmente paradisíaca que inspira muita paz e tranquilidade.

Ao inspecionar os enxames, temos uma ideia do potencial que a florada do mirim ofere, essas colônias foram colocadas nesse local em meados de agosto, em outubro já haviamos extraído mel delas e agora em dezembro já estão com os potes cheios novamente.



O mel do mirim tem um sabor inigualável, é só levantar um pouco a tampa da caixa que o aroma se espalha pelo local, claro que toda florada e todo mel das abelhas sem ferrão tem um "q" especial, mas todo mundo tem as suas preferências e esse tipo de conclusão só pode ser tirada ao experimentá-lo.






É isso amigos, mais um pouco dessa experiência gratificante e extremamente prazerosa que é a meliponicultura!

Grande abraço para todos!

Francisco Alencar

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Meliponário Alencar - Unidade Morros

Olá abenautas!

O Meliponário Alencar foi até o município de Morros, cidade ribeirinha que fica a cerca de 100 Km de São Luis, próximo também de Barreirinhas e consequentemente dos famosos lençóis maranhenses, é uma região na qual existe uma competição bem saudável: Qual dos municípios apresenta as paisagens mais espetaculares?! Enfim é uma das mais lindas entre tantas outras opções de turismo do nosso estado .


Cachoeira do Arruda por Abraão do Vale:
Lençóis:
E nós fomos atrás do também famoso Mirim, que é uma vegetação típica dessa cidade e que as abelhas adoram! O mel produzido é muito apreciado, tem um sabor e aroma deliciosos, em breve teremos mel de mirim e pólen para comercialização. O local onde as colônias estão fica na propriedade do Sr. Edmilson, um homem simples e humilde, mas que reflete juntamente com a sua família todo o carisma e hospitalidade que não se vê nos centros urbanos.

Flor e fruto do Mirim:



Colônias Tiúba:

Sr. Edmilson e Joselias:
Dona Marinalva, esposa do Sr. Edmilson:

O amigo que já cuida do Apiário da nossa APECADI(Associção dos Pequenos Criadores de Abelhas da Ilha de São Luis), também é uma conhecedor da tiúba, mas sabe que hoje só existem alguns poucos enxames que ainda resistem à ação do homem e que é nossa obrigação preservá-las.
Apiário:

O Sr. Edmilson, assim como seu vizinho Sr. Francisco e moradores de outras comunidades a exemplo do Sr. Domingos da comunidade Buriti do Meio já participam há algum tempo da cadeia produtiva do mel de iniciativa da APECADI. Essa ideia tem por objetivo mudar a relação do meleiro com o meio ambiente através da capacitação e então transformá-lo em um parceiro, assim ele ganha de várias maneiras, tanto na qualidade do manejo e dos seus produtos como na manutenção da natureza, trazendo uma satisfação pessoal e profissional.

Joselias e Jomar:

Favo Mel de Apis:
Antes as atividades em relação as abelhas se resumiam na extração do mel na mata, sem maiores cuidados no trato com o produto e com o enxame, é claro que não podemos crucificar o homem do campo que age dessa maneira, pois como posso cobrar de alguém que não possui conhecimento e muito menos assistência?! Essa é só uma das poucas armas que nossos irmãos tem para lutar contra as mazelas que os rodeiam, é explorar o que as mãos alcançam para ter algum dinheiro.



Marimbondo de Chapeu:
Jataí:
É ai que entramos para mudar essa história! Com a exploração racional e sustentável, Edmilson e os outros parceiros serão beneficiados com assistência técnica e equipamentos adequados, assim terão conhecimento suficiente para repassar aos seus filhos, amigos, parentes e "aderentes".

Colônias Tiúba:

A equipe da APECADI nessa viagem foi formada por: Joselias; Francisco Alencar; Jomar; Moura e Aníbal.

APECADI - Associação dos pequenos Criadores de Abelhas da Ilha de São Luis
Endereço: Av. Oeste Externa, Qd. 3D, nº 42, Res. São Luis, Cidade Operária, São Luis/MA.

CEP: 65058-083
Contatos: (98) 32483974 / 3247 3985 / 9115 9945 / 8157 9898 / 9142 5884

Francisco Carlos Alencar
Meliponário Alencar
São Luis-MA

sábado, 14 de agosto de 2010

Lindas colônias no Miritíua!

Olá amigos!
Para vocês curtirem seguem algumas imagens das colônias que estão localizadas no sítio do amigo professor Paulino, um dos novos entusiastas da meliponicultura.

Essas colônias chegaram um tanto quanto fracas na sua nova "residência", mas com o acompanhamento e grande atenção na alimentação e demais cuidados do novo meliponicultor, elas passaram por uma transformação em alguns dias, apresentando grandes discos de cria e boa reserva de alimento.
O professor Paulino é um exemplo de admiração e amor pela natureza, no seu sítio está rodeado de inúmeras espécies de frutas e diversas criações como as de peixe, pato, galinha... um rol de espécies que agora conta com as abelhas sem ferrão, enfim um elo entre cidade e campo em um só lugar, no bairro do Miritíua.



É uma grande satisfação ampliar o número e a formação de novos meliponicultores que serão futuros defensores desses animais tão ameaçados. Além de ser um ótimo hobby é uma atividade com grande impacto social e ambiental, aproveito para parabenizar todos os companheiros meliponicultores e simpatizantes que contribuem para o sucesso dessa atividade.

Grande abraço para todos!

Francisco Carlos Alencar
Meliponário Alencar
São Luis - MA
 
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