



Abelha sem ferrão que produz mel sem impurezas. Esse é o perfil de duas espécies de abelhas encontradas no Parque Ambiental Pico do Jabre que reforçam a riqueza e o potencial da fauna local.Para que os criadores desfrutem de todas essas vantagens sem causar danos aomeio ambiente o prefeito do município, Daniel Dantas, pretende contratar em breve um especialista paraministrar cursos no município.
A idéia surgiu durante uma visita ao Meliponário do Viveiro Municipal de João Pessoa e após contatos com o coordenador Jerônimo Vilas Boas que ministra cursos aos apicultores locais. A abelha sem ferrão tem um grande potencial produtivo e muitas vantagens que facilitam a produção do mel limpo. Esse tipo de, abelha é meiga e de fácil manejo. Por isso, dispensa o uso de roupas e equipamentos de proteção tais como macacão, mascaras e fumegadores, reduzindo os custos de sua criação.No Brasil, segundo especialistas, existem aproximadamentemais de 200 espécies de abelhas sem ferrão. As que produzem mais mel são as espécies do gênero Melipona, conhecidas popularmente como mandaçaia (nome científico, Meliponaquadrifasciata), jandaíra nordestina (Melipona subnitida), uruçu-cinzaou uruçu-cinzenta (Melipona fasciculata), uruçu-amarela (Meliponarufiventris), uruçu-do-Nordeste (Melipona scutellaris), entre outras. No Parque Ambiental do Pico do Jabre em Matureia as mais conhecidas são: uruçu e jandaíra, mas o projeto de criação de abelhas só trabalha com abelhas com ferrão.
Fonte: http://www.matureia.pb.gov.br/index.php?categoryid=5&p2_articleid=28
Os animais conseguem achar rapidamente a menor rota que liga flores em um determinado local.
Por Daniel Pavani
Pesquisadores da Universidade de Londres, descobriram que as abelhas são capazes de resolver complexos problemas matemáticos que computadores podem levar dias calculando.
De acordo com a publicação da universidade , as abelhas conseguem encontrar o caminho mais curto entre flores, mesmo que elas não estejam ordenadas. Elas são capazes de resolver o Problema do Caixeiro Viajante , que propõe a descoberta do menor caminho que o viajante deve fazer para que visite uma série de cidades, sempre retornando à sua cidade inicial. O problema tem alta complexidade e o esforço computacional cresce exponencialmente com o tamanho do problema, ou seja o número de cidades – neste caso, flores.
Segundo o professor Lars Chittka, da Escola de Ciências Biológicas e Químicas, as abelhas precisam fazer isso constantemente, ou seja, sempre calcular a menor distância entre flores para otimizar sua busca por néctar, encontrando seu caminho de volta para a colméia. Isso não é nada trivial, principalmente se você tem o cérebro do tamanho da cabeça de um alfinite, comenta o pesquisador. Chittka destaca que para resolver o mesmo tipo de problema, computadores podem levar dias.
Utilizando flores artificiais controladas por computador, a equipe testou se as abelhas seguiriam rotas quaisquer entre elas, mas, em pouco tempo, os animais descobriram a rota mais curta.
Os cientistas esperam que o entendimento de como um cérebro tão pequeno consegue realizar cálculos tão complexos possa ajudar no desenvolvimento de redes e sistemas de comunicação mais modernos e eficientes, sem que sejam necessários supercomputadores.
Mais um representante dos amantes da natureza, em especial as abelhas nativas. Criamos a espécie Tiúba (Melipona fasciculata Smith) que é predominante no Maranhão. Tendo como missão preservar esses animais, que estão literalmente sendo expulsos do seu habitat devido a ação do homem. Objetivos que procuramos alcançar divulgando para toda sociedade a existência das abelhas sem ferrão e os diversos benefícios que elas nos trazem como a manutenção da reprodução de várias plantas com a polinização, e a produção de super alimentos como o mel e o pólen.