quarta-feira, 14 de abril de 2010

Série inimigos das abelhas parte II


Olá amigos! Então, voltando ao assunto sobre os animais que aterrorizam as abelhas lhes apresento o pior de todos: o Forídeo, que se trata de uma mosca muito pequena e ligeira, elas dão as caras principalmente neste período de chuva e frio aqui no Maranhão.

Elas invadem as colônias que estão mais fracas, são atraídas pelo cheiro que sai da entrada dessas colônias. Essas moscas depositam os ovos nos potes de pólen que rapidamente se transformam em larvas e logo logo em moscas adultas que retomam todo o ciclo de infestação, em poucos dias tomam de conta da colônia que já está fraca e acaba morrendo.

Larvas do forídeo


Umas das alternativas de combate contra o forídeo é a preparação de armadilhas que são feitas usando um copinho descartável contendo vinagre de maçã, o copo deve ser vedado com fita adesiva deixando apenas alguns buracos pequenos o suficiente para que só a mosca possa passar, o cheiro do vinagre atrai o forídeo que acaba morrendo afogado, pois ao entrar na isca não consegue mais sair.


A armadilha deve ser observada periodicamente, pois com o cheiro e corpo estranho introduzidos na colônia, as abelhas usando de suas mandíbulas podem alargar os orifícios na fita e caindo na armadilha e morrerem afogadas também como já observei ou podem vedar os orifícios tornando a armadilha ineficaz.

Outro inseto que costuma pertubar as abelhas é a formiga doceira, ela tem hábitos noturnos o que torna a observação contra ataques ainda mais difícil. O importante é aplicar a proteção contra suas investidas como graxa ou oléo queimado nas bases do meliponário, caso contrário elas podem saquear uma colônia que esteja com problemas.


Francisco Carlos Alencar
Meliponário Alencar
São Luis-MA

One response to “Série inimigos das abelhas parte II”

Paulo Romero disse...

Amigo Alencar,
realmente eu considero os forídeos, os maiores inimigos de nossas abelhas nativas.
As vezes tenho problemas com eles,principalmente após uma divisão,pois as abelhas ficam mais frágeis.

A isca ainda é a melhor solução.

Um abraço.
Paulo Romero.
Meliponário Braz.
João Pessoa,PB.

 
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